Advento 4: Amar a Cidade 1

(Jeremias 29:4–7)

1. Introdução: A vida começa em um jardim, mas termina em uma cidade

1.1 A energia da cidade

A maioria de nós aqui vive nos subúrbios ou dentro da cidade. Quando saímos da região do Lower Mainland, a primeira coisa que notamos é o quanto há espaço e o alívio que sentimos ao deixar a cidade tão construída. A cidade é intensa.

Essa intensidade vem de forças internas, como um forno onde algo está sendo preparado. O resultado final pode ser muito bom ou muito ruim. Muitas forças se encontram na cidade: forças criativas e forças destrutivas.

1.2 Por que a cidade?

Todos nós sabemos que a vida humana começou em um jardim, mas terminará em uma cidade — uma nova cidade(Gênesis 1; Apocalipse 21).

A Nova Jerusalém será essa cidade ideal, e vemos o seu projeto já em Gênesis 1:28:

“Sejam fecundos, multipliquem-se, encham a terra e dominem sobre todos os seres vivos.”

Esse chamado também foi dado aos exilados na Babilônia: viver, crescer, criar e ser uma bênção para a cidade. Por quê?

Porque as cidades são lugares onde as pessoas se reúnem e onde muitas coisas acontecem.

Hoje, as três escolhas favoritas dos novos imigrantes são Toronto, Vancouver e Montreal — nossas três maiores cidades.

Hoje quero falar sobre dois profetas que enxergaram algo importante na cidade.

2. Jonas e Nínive

2.1 Agentes de redenção

O convite feito ao povo de Yahweh é para que nos tornemos agentes de redenção. Isso vem do princípio de sermos abençoados para abençoar.

Yahweh chama Jonas e o envia a Nínive (a antiga Nínive ficava próxima da atual cidade de Mosul).

Yahweh já havia julgado Nínive, mas em Sua graça lhes concede uma segunda chance e envia Jonas. Qual foi o pecado de Nínive?

2.2 A maldade de Nínive